Para quem não leu a primeira história e quiser ler, clique aqui.
Essa agora não é engraçada, é um pouco triste mas como me lembro dela de vez em quando eu resolvi colocá-la aqui. Afinal a vida não é feita só de histórias alegres, né? Pois então. Vamo lá:
Era 2005, ano em que vim morar aqui em Salvador. Era nova na cidade e no prédio. Conhecia pouca gente e ainda estava solteira.
Data: 07 de Setembro. Quarta-Feira. Como era um feriado nacional, estava em casa tomando meu banho, por volta das 09:30h, quando ouço a campainha tocar.
-Putz, que hora para alguém fazer visita! E por que será que o porteiro não avisou nada? Ai meu Deus, quem será?
Fiquei nessa preocupação enquanto me enxugava rapidamente e fui até o olho mágico ver quem era.
Pausa aqui para um fato incidental:
Dois dias antes, quando estava no elevador descendo para ir ao trabalho, entra uma vizinha, moradora do 4º andar e elogia bastante o meu perfume. Eu sorri, agradeci e ela me perguntou se eu era nova lá, que nunca te me visto antes e me convidou para ir lá em seu apartamento "qualquer dia desses" para eu ver umas bijouterias que ela vendia ou fazia, sei lá. Eu nunca fui.
Fim da pausa.
Eis que diante da minha porta estava ela, a vizinha do 4º andar.
Fiquei um pouco surpresa, me perguntando se eu havia dito a ela onde eu morava, mas abri a porta assim mesmo. Se pudesse voltar atrás, eu fingiria que não tinha ninguém em casa.
Não lembro exatamente as palavras do diálogo, mas sei que ela parecia muito nervosa e envergonhada, dizendo que o filho pequeno dela estava muito doente, que ela era separada, que estava sozinha com ele e não sabia o que fazer, estava sem dinheiro pro táxi e... me pediu emprestado.
Quem me conhece sabe que não sou muito mão aberta. Já falei nesse mesmo blog a quantidade de vezes que saí pra comprar e não comprei nada, simplesmente por pensar bastante antes de gastar com algo que não tenho certeza que vale o que custa e que eu realmente preciso.
Porém eu tenho certa tendência de querer ajudar as pessoas. E, graças a Deus, dinheiro nunca me faltou, nem mesmo naquela época, morando sozinha, pagando aluguel e condominio e tal e coisa.
O fato é que eu acabei emprestando o dinheiro para a mulher.
Era vizinha, eu sabia onde morava mesmo... enfim. Ela saiu sorridente, muito agradecida, jurando de pé junto que devolveria tudo em breve.
Bom, pra encurtar a história, no mesmo dia eu descobri através do porteiro que ela era uma safada caloteira, que devia dinheiro pra Deus e o diabo, que não pagava o condomínio, que tinha fila de cobradores na porta dela, que gostava de fazer um barraco, que se confiava em um parente que parece que é advogado, não se sabe se é verdade, e no final das contas ela nunca me devolveu o que devia.
Depois que casei e até hoje eu moro no 5º andar, bem EM CIMA do apartamento dela. Ouço os gritos dela com o filho (tenho pena dele), ouço ela xingar todo mundo no telefone, praguejar a vida e vejo o quanto ela é infeliz, de mal com o mundo. Quando ela passa por mim, baixa a cabeça para não me encarar. Não diz nem um 'oi'.
O dinheiro? Deixei pra lá. Não está me fazendo falta nenhuma. Pelo contrário, acho que está faltando é pra ela. O condomínio quem está pagando é o filho que mora em Sampa. Fez acordo com o síndico.
Para mim ficou uma lição: aprendi a ser mais desconfiada e menos generosa com as pessoas, graças a ela.
domingo, 1 de novembro de 2009
Eu e minhas histórias - II
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Rosinha
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Temas: Comportamento, Cotidiano
domingo, 18 de outubro de 2009
Eu e minhas histórias
De vez em quando, meio que sem motivo, eu paro e fico lembrando de histórias que me aconteceram, umas mais engraçadas, outras mais tristes, outras malucas... Essas coisas que ficam na memória da gente e basta um estímulo ou outro para aparecerem. À medida que eu for lembrando vou colocando aqui, é mais uma forma de registrar :)
Nesse fim de semana fomos a Alagoinhas ver os meus pais. Daí, hoje quando estávamos viajando de volta a Salvador, comecei a me lembrar de uma vez em que fiz essa mesma viagem de ônibus, numa empresa diferente da que eu costumava usar. Nesse dia eu estava sozinha, não lembro bem por que Alexandre não foi comigo (talvez tenha sido dia das mães ou dos pais - geralmente eu viajo sozinha nessas épocas).
Bem, o fato é que eu sentei na poltrona da janela e ao meu lado sentou um rapaz, dos seus 18 anos, no máximo. Até aí tudo bem. Mas quando o ônibus saiu da rodoviária, essa criatura começou a ficar estranha. Ele olhava ansioso pela janela, de um lado e de outro, se esticava para frente olhando a estrada e volta e meia pegava o celular. Minhas antenas ligaram e eu comecei a sentir um medinho:
"Será que esse rapaz vai assaltar o ônibus no caminho? Tá esperando o comparsa ligar?" - Eu pensava e me batia um desespero...
Teve uma hora em que ele pegou o celular e começou a digitar uma mensagem. Nessa hora eu espichei meu olho o máximo que pude pra tentar ler o diacho do texto mas sem meus óculos eu não sou ninguém!
"Puta merda, e agora? Que eu vou fazer?" - já tinha uma meia hora de viagem e eu já suava frio nessa hora, e o cara cada vez mais inquieto na cadeira dele parecia tão nervoso quanto eu...
Foi aí que, disfarçadamente, eu puxei uma nota de 20 reais da minha bolsa e enfiei dentro do sutiã. Se acontecesse o pior, pelo menos eu não estaria com uma mão na frente e outra atrás.
Alguém na estrada levanta a mão para o ônibus e o motorista encosta. Gelei.
Sobe um vendedor de água e outro de salgadinhos. O rapaz inquieto pede uma água. "Deve ser a senha" - eu pensei.
O vendedor passa adiante, vende mais algumas garrafinhas e desce, o outro também, outros passageiros sobem no buzu. O motorista recomeça a viagem.
"Ainda não foi dessa vez..." - continuo naquela apreensão louca.
"E se o assalto for acontecer depois de Alagoinhas? Essa linha de ônibus vai até Sergipe, pode ser que o esquema dele seja mais adiante..."
Estava tentando me acalmar com esses pensamentos quando caí de cabeça na realidade.
Simplesmente depois de tomar a água o rapaz se aquietou, reclinou sua poltrona e calmamente co-chi-lou! A pobre criatura estava só com sede!
Em um minuto eu me dei conta do quanto eu estava sendo ridícula e medrosa.
"Acho que estou assistindo muito seriado americano, só pode!"
O nervoso passou e eu comecei a dar risada sozinha de mim mesma. Eu ria, ria tanto que o rapaz deve ter pensado que eu era maluca.
Se ele soubesse as maluquices que eu tinha pensado meia hora atrás...
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19:38
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sábado, 19 de setembro de 2009
Novidade
Daí que eu comprei um violão, né? Violão não, violãozinho. Porque sou pequena e tenho dedos pequenos.
Ele é pretinho. Pretinho básico. Lindo!
E estou super empolgada para aprender, marido tá ensinando direitinho, com toooooda a paciência que nem eu teria comigo, hehehe.
E ele ainda tirou uma fotinha da minha aula:
Sacou o aparelhinho afinador e o papel com a lição?
A empolgação é tanta que eu fico no trabalho esperando dar a hora de voltar pra casa SÓ pra poder treinar mais um pouquinho.
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17:46
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Já aconteceu com você?
Celular toca. Número desconhecido. Atendo:
- Alô??
- Alô, quem está falando? - pergunta alguém do outro lado da linha.
- Quer falar com quem? - Pergunto eu.
- Com Marcos!
- Você ligou errado. Bom dia.
- Quem está falando? - a criatura insiste.
- Senhor, se eu já disse que o senhor ligou para o número errado para que interessa saber quem eu sou?
Câmbio e desligo.
É cada uma, viu?
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09:05
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Às vezes NECESSITO ficar só
Quem frequenta o orkut talvez já tenha se deparado com uma comunidade cujo nome entitula este post. Eu, que tenho meus momentos de introspecção, não poderia deixar de participar dessa comunidade.
Não é questão de não gostar da companhia das pessoas, ou ser antissocial, nada disso. Eu adoro estar com amigos, de sair, de bater papo, de dar risada. Gosto de receber visitas também. Esse final de semana recebi meus familiares aqui em casa e foi muito legal matar as saudades deles depois de tanto tempo sem nos vermos. Saímos, jantamos fora, almoçamos aqui em casa, conversamos, rimos.
Mas passados alguns dias da euforia inicial, chega uma hora que meu lado introspectivo fala mais alto, aí eu me fecho em concha, fico com uma vontade de ficar quietinha na minha casa com os meus pensamentos, minhas músicas, meus livros, meu computador e meus próprios horários para comer, dormir, sair, sem me preocupar com ninguém a não ser eu mesma. Me senti aliviada quando finalmente voltei a ter meu cantinho só para mim. Foi para isso que lutei quando saí de casa e vim morar sozinha há quase cinco anos. E eu gosto mesmo de ficar sozinha de vez em quando. Egoísmo? Pode ser, eu não sou perfeita mesmo.
E quanto ao marido? Ele me entende, me conheceu assim e sabe. Ele sabe que eu o amo porque ele me completa e que, mesmo em silêncio, sentir sua presença me traz segurança e conforto.
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Não é normal
Eu sempre falo pro marido: "Depois de você, eu sou a pessoa mais difícil pra gastar dinheiro que eu conheço".
E ele concorda, feliz com a sorte que tem, dando graças a ninguém (hehe) por isso.
Sério. Eu não sou consumista.
Claro que gosto de comprar minhas coisinhas de vez em quando: um sapato ou sandália, uma calça, uns cosméticos...e só. Mas para eu comprar essas coisinhas eu preciso sair de casa (ou chegar no shopping) com o objeto da compra definido na cabeça, senão não rola. Tipo assim: eu tenho que comprar uma bolsa. Pronto, eu rodo o shopping inteirinho só olhando lojas que vendam bolsas na minha frente. Mas se eu não souber de antemão o que eu quero comprar ...aiaiaiai.
Já perdi a conta das vezes que saí, no início do mês porque tem grana sobrando, com vontade pura e simples de gastar, de comprar e...voltei de mãos abanando. E com raiva por ter perdido meu tempo rodando que nem peru bêbado em véspera de natal. Incrível isso, nem eu consigo me entender. Como é que uma mulher, entra no Shopping Iguatemi, com dinheiro ou cartão livre para gastar e não desembolsa 1 centavinho que seja com nada?
Será que eu não sou normal?
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12:52
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domingo, 23 de agosto de 2009
Livro, Manual de Etiqueta e Brüno
Daí que eu terminei de ler o livro. Fodástico!
O mais legal é que ele me foi uma grata surpresa, comprei no Submarino, na promoção por R$ 9,90, completamente no escuro, com medo de estar jogando meu suado dinheirinho fora. Felizmente eu não poderia ter feito escolha melhor, never!
Gente, a história parecia que não ia acabar nunca, e quanto mais eu lia mais vontade me dava de ler mais e mais. Mas acabou e eu fiquei triste, hehehe. Quero outro livro djá!
Seguinte: Se você, homem, perceber que uma mulher com a qual você não tem muita intimidade, está se vestindo de uma forma que, a seu ver, está feio, estranho ou bizarro mesmo, a melhor coisa que você tem a fazer é...ficar calado. Nunca, jamais, em tempo algum, profira aquelas palavras doces e amigas, de alguém que está tentando ser útil em avisar que a fulana está parecendo um objeto não-identificado.
Das duas, uma: ou ela vai ficar chateada porque estava se achando o máximo de linda e você destruiu sua ilusão, ou ela vai ficar chateada porque já sabia que não estava bem mas teve que sair de casa às pressas daquele jeito mesmo, rezando para que ninguém a notasse.
Ou seja, em ambos os casos você vai conseguir uma inimiga mortal.
E lembrando que certos tipos de coisas só quem pode dizer para uma mulher é...uma outra mulher. Homens, jamais.
Fui assistir Brüno no cinema.
Podem falar o que quiser: que o filme é tosco, é grosseiro, é clichê, é forçado, é crítico.
Ele é tudo isso e mais um pouco, mas quer saber? Eu ri!
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14:34
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Isso não é justo
Rio Grande do Sul com temperaturas abaixo de zero. Paraná com a mínima de 10 graus ontem. São Paulo também nessa média. Afinal é inverno, certo? Certíssimo.
Então me diz: por que p*%#rra em Salvador está fazendo escaldantes 28 graus? Por quê??
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07:53
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sábado, 25 de julho de 2009
Retomando
Daí que naquele finde a gente acabou assistindo "Ele não está tão a fim de você" uma comédia romântica açucarada mas que cumpre o seu papel de divertir. Eu só acho que alguns personagens foram subaproveitados, como o da Drew Barrimore, que parecia estar ali só para aumentar a bilheteria do filme. Mas vale a pena, você certamente vai se identificar ou identificar uma amiga em várias cenas.
***
No final de semana seguinte foi niver de amigo querido: muitas risadas, cervejas, roskas, feijoada, refrigerante, bate-papo, mais risadas e no domingo ainda teve almoço em família e cineminha. Ufa! Amei!
***
Durante a semana, trabalho. Muuito trabalho. Não tenho tido tempo para navegar direito, porque quando vejo muita coisa pendente eu fico agoniada para terminar logo. Não gosto de adiar a resolução de um problema, quero fazer tudo para me ver livre daquilo, mas muitas vezes demoro mais que o previsto aí eu fico quase que desesperada. Pra você ter uma ideia eu nem lembro de beber água quando estou concentrada no trabalho. Só levanto para ir ao banheiro, e só porque o marido (que trabalha ao meu lado) me lembra que tenho que ir senão...
Eu sei que isso é ruim, já até tentei usar uma daquelas garrafinhas tipo squeeze para me manter hidratada enquanto trabalho, mas nem assim consigo, eu simplesmente esqueço a pobre da garrafa, tadinha...rsrs.
***
Fui na oftalmologista fazer exame anual de rotina. Esse ano, por motivos diversos, não fui para o médico que costumo ir, tive que ir em outra que nem conhecia, e, para a minha surpresa ela diz:
- "Seu eixo mudou."
- Ãhn? Como assim?
- "É, seu eixo não mais o mesmo do óculos, mudou, inverteu."
- E isso é possível?? - Sou leiga, né gente? Não sabia nem o que perguntar, só queria que ela me explicasse melhor.
Ao que ela, gentilmente, me responde:
- "Sim, claro que é possível, tudo é possível pois isso aqui não é matemática." (jura? pensei que fosse)
Ah, então tá, doutora. Mas não me convenceu não, viu? Vou pedir uma segunda opinião e não volto para a senhora Miss Delicadeza Em Pessoa nunca mais.
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09:44
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domingo, 12 de julho de 2009
Sobre o fim de semana
Esse fim de semana eu fiquei "de molho" em casa, só tomando os remédios receitados pela dentista e comendo alimentos líquidos ou pastosos (só saí pra tomar sorvete, hummmm). E, para não morrer de tédio e ócio, eu e maridex resolvemos ver uns filminhos.
Como essa semana combinamos com os amigos de irmos assistir Ice Age 3 no cinema 3D, e Alexandre nunca havia assistido o 1 e o 2, esses foram os primeiros da nossa lista. Eu já tinha visto os dois antes mas conseguiria assisti-los mais vezes tranquilamente. Adoro!
O terceiro filme da nossa maratona foi indicação de um colega de trabalho. Confesso que a temática (não vou dizer o título porque vou contar o final dele aqui) me instigou, achei que fosse no estilo de Premonição ( o 1, porque o 2 é uma bosta) e me animei a ver.
Olha, o filme dura umas duas horas e posso garantir que foram 2 horas de pura perda de tempo. Uma lástima! As primeiras cenas até conseguem prender a atenção e você já fica cheio de perguntas na cabeça, aliás, o bom de filmes de suspense, na minha opinião, é a série de questionamentos que surgem e a vontade que a gente fica de assistir até o final para obter todas as respostas. E como uma boa curiosa que sou, esse é, de longe, o meu tipo de filme preferido.
O problema é que depois o filme fica paradão e, pior, lá pelo meio eu começo a desconfiar do final.
Antes, deixa eu contar uma coisa: eu o-d-e-i-o filmes de E.T. Mas é ódio mesmo! Eu não lembro de um único filme de extraterrestres que tenha prestado. Nem o do Spielberg, com aquela história estúpida, nem Os Esquecidos que, pelamordedeus, que droga de filme imbecil do caráleo! Foi feito pra ser esquecido mesmo! O cara perde um tempo da p*rra pra fazer um roteiro mirabolante e na última meia hora se perde todo e justifica as maluquices todas da história como sendo arte de E.T. Ah, faça-me um favor!
Pois esse de ontem eu desconfiei que fosse "arte de E.T." no meio do filme e me arrependi amargamente de não ter ido dormir sem ter o desprazer de ver aquilo. Sério! Filmes de E.T. são capengas, neguinho não sabe como terminar a trama, como justificar os mistérios e acham que basta dizer que a causa de tudo vem "de outro mundo" pra ficar tudo certo. ÓDIO, ódio mortal!
E essa foi a segunda vez em uma semana que assistimos uma droga de filme. O outro foi "Um Segredo Entre Nós" que, apesar de não ser sobre extraterrestres, também não tem pé nem cabeça.
Hoje vamos ver outros filmes e tomara que eu tenha mais sorte dessa vez. Se assistir algo de bom eu prometo que recomendo aqui.
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domingo, 28 de junho de 2009
Valeu, galera!
Daí que sexta saímos para comemorar meu níver, né?
E foi muito legal, dei muuuuita risada. E bebi pouco, hehehe.
Porque não é preciso encher a cara para se divertir, né?
Amigos - que seria da nossa vida sem eles?
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10:49
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
Banho Frio

Desde que comecei a morar sozinha, há 4 anos, até o mês passado eu só tomava banho frio.
Podia ser inverno ou verão. Banho frio.
No frio ou no calor. Banho frio.
Em maio resolvemos colocar um chuveiro elétrico.
Agora o banho é morno. Quente eu não consigo, não suporto.
Resultado:
7 KwH a mais no medidor ou o equivalente a 5 reais a mais na conta de luz.
Absurdo isso. Assim vamos ter que racionar.
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23:02
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quarta-feira, 17 de junho de 2009
Vende-se um véu de noiva
Eu já fui muito fã de novela. Sabe aquelas pessoas que não podem perder um só capítulo sequer, que ficam nervosas, estressadas? Pois é, era eu. Mas isso faz muito tempo (quer dizer, na verdade foi ontem..rsrs)
Eu costumava assistir muito às novelas das 6 porque, naquela época, esse era o único horário que minha mãe deixava a gente ver. A "das Oito" era proibida por ser "muito pesada para sua idade", ela dizia.
O tempo foi passando, eu fui amadurecendo e, apesar de ter idade suficiente, eu já não tinha tanto interesse pelos folhetins. Cheguei a acompanhar algumas novelas das Oito, como A Próxima Vítima e Celebridade. Depois, simplesmente me desencantei disso. Assisto um capítulo ou outro e fico por fora das conversas no salão de beleza..rs
Esse blábláblá todo é pra dizer que ontem resolvi assistir ao primeiro capítulo da novela do SBT, Vende-se um véu de noiva. Me chamou a atenção ser de autoria da Janete Clair, e me bateu curiosidade por ser uma adaptação de rádio-novela.
Eu nunca havia assistido uma novela do SBT antes. Nem da Record. Nunca assisti Metamorfose, Mutantes, Revelação, Num Sei Que Lá Da Paixão...nada. Sei que tem alguns atores que já trabalharam na Globo e que atuam hoje nas novelas dessas emissoras. E só.
Em suma, estou habituada a ver o tal "Padrão Globo de Qualidade" nas novelas embora sem saber direito o que esse tal padrão padroniza (rs). E não é que ontem eu descobri?
Sem querer fazer propaganda da Globo, afinal ela não precisa disso mesmo, mas a diferença de uma novela produzida por ela e a do SBT ainda é muito gritante. Nem chego a falar muito dos atores, que apesar de fracos, lembram muito os da novelinha global Malhação. Falo das locações, do figurino, da movimentação, cortes e da iluminação das cenas. E eu nem sou expert em novelas, como disse, eu mal assisto hoje em dia.
Mas sabe quando você já viu algo muito bom ser feito a ponto de identificar as falhas do outro quando este não faz tão bem feito quanto o que você já viu? Complicado?
É mais ou menos assim: na cena inicial mostra o casal mocinho da novela no maior love conversando à beira mar. O casal ficou contra o sol e eu imagino que era pra criar uma cena romântica com os perfis deles tendo o mar ao fundo. Mas a cena ficou desse jeito o tempo todo! O diálogo foi relativamente longo e ficou estranho para o espectador (eu) assistir duas pessoas conversando assim tão de longe por tanto tempo. Se fosse uma cena de fim de novela, até passaria, porque todo mundo já conheceria o tal casal. Mas era a primeira cena da novela, gente! Eu tava doida para saber que rosto tinha o casal, quem eram os atores, tentando identificar pelas vozes. Detestei.
Teve outra cena também que a vilã fingia que estava trocando de roupa e que foi surpreendida pela chegada do mocinho, marido da sua prima, no quarto. Na verdade ela tirou a roupa ao perceber que ele estava chegando. Até aí tudo bem, coisa de novela. Mas a cena foi muito tosca! No mínimo precisava ser refeita para ficar mais natural, tanto o susto dele quanto o fingimento dela. Fora que os ângulos das cenas estão muito afastados (ou é a Globo que aproxima demais a câmera no rosto dos atores, não sei).
Alguém mais assistiu a novela ontem além de mim?
Eu vou tentar continuar vendo porque o enredo parece bom mesmo, mas espero que eles percebam e melhorem esses detalhezinhos que fazem toda a diferença no final.
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terça-feira, 9 de junho de 2009
A Lógica Masculina 2
Terça-feira, por volta das 20:30h.
Havíamos acabado de chegar em casa e conversávamos sobre amenidades e futilidades.
Eu comentava sobre a moda de usar echarpes/lenços no pescoço e do quanto isso incrementa a produção, e que estava pensando em comprar um para mim. Falei:
- Sabe hoje de manhã quando eu coloquei aquela pólo preta? Senti falta de algo que "levantasse" mais o visual...
E ele me solta essa:
- hum...um sutiã?
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sábado, 6 de junho de 2009
Das coisas que me acontecem
Não costumo entrar muito no MSN - já gostei muito, mas enjoei.
Sabe quando você se loga no programa e vê sempre as mesmas pessoas que você conversa pessoalmente todos os dias e outras que insistem em te adicionar sem nem ao menos te conhecer direito?
Aí fica um tal de "oi" pra lá e "oi" pra cá e ponto final. Ninguém fala mais nada simplesmente porque não tem nenhum assunto em comum.
Daí eu fico um bom tempo sem entrar até que hoje eu resolvi fazê-lo.
Daí fiquei feliz de encontrar uma pessoa muito querida e que não via há um bom tempo.
Fomos colegas de faculdade mas ele só conseguiu se formar depois de mim.
Também pudera, né: ele dava um duro danado, trabalhava pra caramba, na época ele morava em Salvador e estudava em Alagoinhas, cerca de 2h de viagem, para ir e para voltar, todos os dias, pense ai. Eu fico cansada só de imaginar.
Quando me formei e vim morar aqui em Salvador, chegamos a sair algumas vezes com outros colegas nossos, mas o pouco tempo e o trabalho, infelizmente, acabam por afastar um pouco as pessoas.
Nessa conversa de MSN descobri que ele está em Portugal, foi fazer um mestrado na Universidade do Porto. Mas apesar de o curso só começar em setembro ele foi agora para tentar algum trabalho lá.
Isso é o que eu chamo de pessoa lutadora! Sabe aquele tipo de pessoa que não consegue ficar parada, que não espera as coisas acontecerem, cairem do céu? É ele. Ele corre atrás. Meeesmo. Sempre correu.
E eu desejo todo o sucesso do mundo para ele.
Agora vou esperar mais uns meses pra entrar no MSN de novo pra saber com anda o mestrado, se já casou, teve filhos...Haha.
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segunda-feira, 13 de abril de 2009
Começando bem ou Antes tarde do que nunca
Sabe aquelas resoluções que fazemos em fim de ano? (Ou será no início? Tanto faz)
O fato é que quase todo mundo promete fazer algo diferente e melhor do que o ano anterior, né? Eu também fiz a minha listinha e, lá no meio dela (em negrito, fonte 46 e cor vermelha), estava: 'fazer a tal da atividade física'.
Ufa! Como boa sedentária que sou, confesso que não foi a primeira vez que prometi algo parecido e não cumpri. Mas...
...parece que a Nossa Senhora dos Preguiçosos e Sem um Tostão Furado para Gastar com Academia resolveu me ajudar e então eu preciso contar pra vocês a new: comecei a caminhar hoje! (Vivaaaaaaaa!!)
Comprei uma roupa nova (baratcheeenha, claro), enchi o mp3 player de músicas legais, peguei o tênis novo que comprei em Curitiba (próprio para caminhadas) e voilá! Estou super empolgada e feliz por estar cumprindo minha meta (ou pelo menos tentando, já vale).
Agora é torcer para conseguir fazer disso um hábito e minha saúde vai agradecer. Muito.
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sábado, 21 de fevereiro de 2009
Enquanto isso
Sexta-feira, carnaval em Salvador, violência tomando conta do circuito da folia...
Eu e Alexandre fomos para um churrasco na casa de um amigo.
Muita carne, cerveja gelada, conversa boa e altas risadas. Adoro!
Quem sente falta de carnaval?
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
As fotos prometidas
Conforme prometi no post abaixo, seguem as fotitas do casório da minha irmã.
Só tenho fotos da festa, porque lá na igreja éramos os padrinhos e meu husband esqueceu de deixar a câmera com outra pessoa para registrar os votos.

Alexandre - o esquecido, e Anderson - o noivo
A noiva e seus pais (que por acaso são meus também, rá!)
Eu e Rosane (irmã também), as madrinhas
Os bolos
E o maridinho desesperado para tirar a gravata, tadinho...
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Até que a morte os separe
Realmente esse mundo é engraçado... sexta eu comentei com vocês sobre o fim do casamento da minha amiga, já no sábado...
...Sábado foi o casamento da minha irmã mais velha (bem vinda ao time, maninhaaa!!) em Alagoinhas e fomos para lá bem cedo. Pense numa casa cheia! Acho que minha mãe nunca recebeu tanto parente em casa de uma só vez, hahaha
O dia todo foi aquele corre-corre: checa a decoração da igreja,os enfeites dos bem-casados, a decoração do espaço da festa, o buquê, acerta o horário com a cabeleireira, limpa a casa nova... assim, bem no estilo tudoaomesmotempoagora.
Mas no final deu tudo certo. A igreja estava linda, minha irmã estava linda, euzinha estava linda também e o padre colaborou, fazendo um sermão rápido :)
Só o que não foi lindo mesmo foi o calor infernal que fazia lá. Eu já falei aqui que detesto calor, né?
O maridex suava tanto que chegava a pingar, achei que fosse ficar viúva ali mesmo de tanto que o coitado se derretia todo dentro do terno de padrinho. E eu do lado, sentindo o rosto reluzir como se refletisse todos os holofotes da igreja. Aliás, aquela iluminação da equipe de filmagem não ajudava em nada, né? Toda vez que eles a apontavam em nossa direção, parecia que a noite tinha virado dia e o sol já estava no zênite de tão quente que ficava.
Terminada a cerimônia fomos todos comer, beber e dançar para comemorar as bodas da primogênita da família. Sobraram muita comida e muita bebida, mas pelo menos todo mundo se divertiu.
Jane, te desejo toda a felicidade do mundo e que seu casamento seja repleto de amor, compreensão, carinho e respeito e que dure para a vida toda!
Depois eu ponho umas fotinhas aqui, fico devendo, tá?
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
A Lógica Masculina
Estávamos a caminho do trabalho. Eu estava toda orgulhosa da minha produção, que combinava a cor do batom com a blusa soltinha e o esmalte do pé. Uma calça capri, uma sandalia fresca e um oclão no rosto completava o meu look de verão baiano.
Puxo conversa, toda sorridente:
- Amor, fale a verdade: entre uma patricinha toda combinada assim e uma riponga toda desleixada vocês homens preferem qual, hein?
Ele, de pronto, sem nem pestanejar, responde:
- A que tiver a bunda maior.
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Rosinha
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