Mostrando postagens com marcador Viagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Viagem. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de outubro de 2009

CIDADE MARAVILHOSA!

People, como foram de feriadão?

O meu foi suuuuper especial: visitamos o Rio de Janeiro pela primeira vez. Eu morria de vontade de conhecer, saber se era tão bonito quanto mostram na novela e tal...

Daí que eu fiquei maravilhada com o que vi:



Copacabana - Vista da Pedra do Leme



A cidade vista do Corcovado


Praia, montanha, floresta, Maracanã... Tudo muito lindo mas ainda assim, o principal motivo que me fez querer ir pra lá foi (como não podia deixar de ser, em se tratando da minha pessoa)...voar de asa delta!

Eu não aguentava mais de ansiedade, cheguei a ficar deprimida quando chegamos lá no sábado e estava chovendo.



Sambódromo - esse dia foi chuvoooso...

Mas no final deu tudo certo! O tempo colaborou, o sol se abriu, os ventos se acalmaram e...







Consegui realizar o Sonho de Ícaro!

Uma sensação tão boa, tão espetacular, tão fantástica que é impossível descrever com palavras, só mesmo estando lá para ver.

Essa sem dúvida é a melhor lembrança que vou ter do Rio.

terça-feira, 27 de maio de 2008

3 dias na Capital Federal


Nesse feriadão de Corpus Christi, viajamos a passeio para Brasília, a fim de conhecermos a capital federal, além de matarmos a saudade da minha cunhada, que mora lá há alguns meses.

Se um dia você puder ir até lá, vá. Vale a pena conhecer! ;)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Morro de São Paulo, Morro de Saudade

Depois de contar todos os principais detalhes dos passeios da nossa lua de mel em Natal (RN), é a vez do maridão descrever as nossas aventuras em Morro de São Paulo (BA). Nada mais justo né? Divisão de tarefas, ora pois! :)

Para quem não conhece, o lugar é realmente perfeito: belíssimas paisagens, águas calmas, vida agitada, tranquilidade e total infra-estrutura para o turista. Na minha opinião é uma das melhores praias que eu já conheci, quiçá a melhor, e olha que conheço muuuuuitas praias aqui no nordeste.




Lá, ele conta as primeiras impressões que tivemos, nossa saga em busca da pousada ideal, os gringos que encontramos...ah, confira você mesmo e divirta-se :)

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Sol, mar e lua (de mel) - parte 6



Terça-feira, dia 05 de Fevereiro, último dia da viagem. Último passeio a fazer: Maracajaú, onde faríamos um passeio de barco pelas piscinas naturais junto aos corais e com direito a mergulho de snorkel. Esse é, de longe, o mais procurado e mais vendido pelas empresas que fazem receptivo com os turistas. E não é sem razão. O lugar realmente é fantástico. Inesquecível. Vejam a foto acima. É perfeito.

Saímos do hotel às 07:10 e ficamos felizes ao perceber que teríamos novamente Dorifran (cataflan?) como guia. Havia mais ou menos 30 pessoas dessa vez conosco no microônibus. Não me recordo de naturalidades específicas, só lembro que tinha dois argentinos, duas curitibanas, o mesmo casal carioca do passeio passado e mais umas 22 pessoas com a gente. A viagem foi tranqüila e logo que chegamos ao estacionamento dos ônibus e vans, fomos levados até um restaurante - e único ponto de apoio - chamado Portal de Maracajaú, onde escolhemos o prato a ser degustado depois que voltássemos do passeio de barco. Lá também podíamos fazer a reserva do mergulho de cilindro, um opcional do passeio que eu estava louca para fazer.

Uma vez escolhida a refeição e passado o filtro solar, pegamos os coletes salva-vidas e seguimos até o catamarã que nos aguardava. Havia outros turistas no restaurante, de outras empresas de receptivo, que se juntaram a nós no barco. Depois de todos a bordo, os marinheiros deram as coordenadas, ensinaram sobre o uso do snorkel e do colete, além de avisos sobre preservação dos corais, e daí seguimos viagem até o ponto de parada, no meio do oceano.

Assim que atracamos, os marinheiros distribuiram os snorkels para todos poderem ver os corais, enquantos nós nos pusemos a aguardar os instrutores de mergulho de cilindro, que não demoraram muito a chegar.

O primeiro a receber o equipamento e cair na água foi Alexandre, e depois eu. Só descia um par de cada vez com o instrutor. No início, senti uma leve sensação de total e absoluto pânico. Meu ouvido doía muito e demorei a me habituar à desconfortável respiração oral. Para piorar, a todo momento pensava que aquilo ali ia encher de água e que eu morreria afogada numa terra, digo, água distante, longe da minha família. Pura bobagem da minha cabeça mesmo. Alexandre segurou a minha mão e aos poucos eu consegui relaxar e curtir o passeio submarino. Vi inúmeros peixinhos lindos, corais diversos e prendedores de cabelo(!) no chão. Foi uma experiência e tanto! O instrutor tirou fotos nossas que estavam inclusas no pacote do mergulho.

Após o passeio subaquático, já no barco, tiramos o equipamento e pegamos o snorkel para olhar os corais "de cima", até a hora de voltarmos. Quando voltamos ao restaurante, nosso almoço já estava pronto. Não foi tão delicioso quanto o de Galinhos ou do Farofa D'água, mas foi bem mais caro que os mesmos. Talvez para compensar a falta de sabor da comida eles resolveram salgar o seu preço.

Terminado o almoço, enfrentamos uma pequena fila para pegar as fotos do mergulho gravadas em um cd-rom. Ainda tínhamos outra praia para visitar.


Saímos de Maracajaú e pegamos uma estradinha até a praia de Punaú (até rimou, hehe, quem quiser fazer uma música de pagode com isso, eu quero meus direitos autorais, hein?). Essa praia é muito parecida com a praia de Imbassaí, aqui na Bahia, pois ambas possuem uma faixa de areia ladeada por um rio e pelo mar em seu oposto. A diferença é que a Imbassaí potiguar tem dunas e um aerobunda que, naquela terça-feira de carnaval, estava desativado.

Atravessamos o rio andando, subimos as dunas e tiramos mais fotos. Depois descemos e tomamos um banho de água doce maravilhoso e merecido até a hora de voltarmos ao ônibus.

Quando estávamos na estrada nos deparamos com um congestionamento, causado pela grande quantidade de pessoas voltando do carnaval, mas o motorista da Marazul logo encontrou um outro caminho e chegamos a tempo de dar uma parada rápida na Feira de Artesanato da Praia dos Artistas, já em Natal. Ficamos cerca de 20 minutos lá e então voltamos para o hotel. Já eram 19h e precisávamos arrumar as nossas malas.

Pegamos o vôo de volta à 00:40h sem nenhum atraso ou tumulto. Tanto na ida quando na volta o aeroporto estava parecendo o céu. Tudo tranquilo e pontual. Nada de stress. Nada de caos aéreo. O único contratempo que tivemos foi um pequeno acidente no meu dedo anular, enquanto tomávamos um café. Mas não se preocupem que já sarou :)

Da viagem só ficaram lembranças boas, muitas fotos e a certeza de, um dia, voltarmos para fazer o passeio pelo litoral sul do Rio Grande do Norte.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Sol, mar e lua (de mel) - parte 5

Ufa! Estamos quase chegando ao fim da maratona de passeios em Natal (RN). Na Segunda-feira foi o de Galinhos. Esse passeio para Galinhos, na verdade, só sai às quartas-feiras mas conseguimos juntar dez pessoas, número suficiente para 'forçar' uma saída numa segunda-feira excepcionalmente. Éramos eu e Alexandre, o simpático casal carioca, o casal brasiliense, o pai e filho fluminenses e as duas amigas cearenses. Todos eles fizeram o passeio de João Pessoa conosco anteriormente.

Acordamos cedinho pois a van estava marcada para nos buscar no hotel às 06:25h. Nem tomamos café da manhã, deixamos para fazê-lo no meio do caminho, e não nos arrependemos disso nem um pouco. Paramos numa cidadezinha chamada Jandaíra e comemos um pão com ovo sensacional numa padaria à beira da estrada.

Durante a viagem, o guia, que para nossa agradável surpresa era Dorifran, colocou um dvd do excelente filme "O Homem que Desafiou o Diabo", que foi gravado no Rio Grande do Norte, inclusive na sua cidade natal chamada Acari.

Ficamos tão entretidos com a película que não percebemos mais nada durante o caminho e somente 'despertamos' quando já estávamos estacionando a van no destino final. Era um grande pátio com inúmeros carros e pessoas aglomeradas no que depois notamos ser um cais. Estava bastante movimentado e Dorifran associou o estranho movimento à época do carnaval. Segundo ele, não costuma haver tanta gente por lá em dias normais. Andamos até o referido cais a fim de tomarmos o barco que nos levaria ao povoado de Galinhos, do outro lado do rio - que depois descobrimos não ser um rio, mas um 'braço' de mar.

Galinhos é uma mistura de sol, areia, àgua e sal. Muito sal. É lá onde ficam as salinas que produzem o sal consumido no Chile e na Alemanha. É lá onde , em três anos fazendo esse mesmo passeio, Dorifran só viu chover três vezes - uma vez por ano, em média.


Ao chegarmos lá no povoado, fomos convidados a tomar um táxi, dali até o farol, onde tomariamos um banho de mar. O detalhe é que esse táxi era também conhecido como charrete: um banquinho de madeira e uma capota puxados por um jegue guiado por um carroceiro (vide foto). O passeio não é longo e logo chegamos à praia. Tiramos fotos no farol e tomamos um delicioso banho de mar. No horário marcado retornamos e fomos pegar novamente o barco rumo a uma lagoa, onde por cima das dunas teriamos uma visão fantástica do paraíso de sal. Quem teve coragem (e pernas) para subir a enorme duna garante que é maravilhoso lá em cima. Eu, e metade do grupo, preferi me refrescar na lagoa de água salgada, que estava simplesmente o máximo.

Depois do banho refrescante na lagoa, partimos de barco em direção à um restaurante na cidade, de comida caseira deliciosa e barata. O vento estava forte e de lá pudemos ver praticantes de kite surf, num espetáculo muito bonito.

Almoçados e descansados, pegamos o barco novamente, dessa vez para visitarmos uma outra lagoa envolta de dunas móveis. As dunas se movendo é como uma navalha de areia cortando a nossa pele. O vento batia, a areia voava quase nos devorando. "Protejam os olhos" - gritava o guia. Nunca tinha visto nada parecido antes. Fotos e mais fotos. Descemos a duna (sim, essa nós subimos, como se desafiássemos o vento) subimos no barco novamente para a última parada do passeio: as salinas (foto).


Chegamos próximo o máximo que pudemos daquelas montanhas de puro sal, enquanto o barqueiro nos contava a história da salina e o porquê de não podermos entrar lá. Seríamos recebidos à bala pelos seguranças. Sinceramente, ninguém ali estava muito a fim de balas mesmo. Nem pirulitos ou cocadas. De doce só queríamos água para um belo banho. "No estacionamento da vans tem um chuveiro" - disse o guia. Não havia. Tudo o que havia era uma cisterna e uma lata d'água. A lata subia e descia da cisterna várias vezes, e foi um dos banhos mais divertidos que tivemos, demos muitas risadas. Fotos e mais fotos.

De volta à van, terminamos de assistir ao filme, relaxamos e cochilamos até chegar ao hotel, onde agendamos o próximo e último passeio: Maracajaú.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Sol, mar e lua (de mel) - Parte 4


Pelos comentários, percebi que estou indo bem na narração das histórias made in Natal, hehehe. Vamos continuar, então.

Após o sábado tranquilo e relaxante, nos encontramos em meio a um dilema delicioso. Explico: nosso vôo de volta estava marcado para terça-feira à meia-noite, de forma que tínhamos o domingo, a segunda e a terça para passear e os passeios de Pipa, Litoral Sul, Galinhos e Maracajaú ainda por fazer. Três dias, quatro passeios. Qual excluir? Oh, dúvida cruel! Decidimos deixar para fazer o Litoral Sul numa outra oportunidade, acreditando ser essa a melhor escolha. Mais tarde descobriríamos que não foi.

No domingo, marcamos o passeio até a famosa praia da Pipa. Famosa porque até no Fantástico ela já apareceu, logo, ia ficar feio para a gente não conhecê-la - assim pensamos. Devido à proximidade, a van marcou de nos pegar no hotel às 9h da manhã. Foi bom, porque dormimos até um pouco mais tarde e tivemos tempo de tomar um café da manhã mais reforçado.

Esse passeio foi diferente, porque o próprio motorista da van, que chamava-se Matheus, era o guia da viagem, mas ele era tão divertido e simpático quanto Dorifran e Marcos (O Jovem), o guia de João Pessoa. Aliás, penso ser essa a característica mais notável do nordestino de forma geral: ele tem ótimo humor, adora fazer piada com seus próprios hábitos e seu linguajar. Impossível você pensar em problemas durante uma viagem com eles.

Apesar de o guia ser outro, o protocolo de apresentação inicial dos turistas foi mantido. Havia, além de nós dois, um casal de São Paulo, uma dupla de amigas baianas, uma dupla de amigas mineiras, um casal de Rondônia, um casal capixaba e mais três turistas que não lembro agora. De todos eles, somente as amigas mineiras não pareciam estar curtindo o passeio. Logo no início, elas falaram para o motorista que já haviam feito essa viagem antes e que gostariam de ser deixadas direto lá em Pipa. Obviamente isso não foi possível, o guia não podia deixar de fazer um passeio completo com os demais turistas simplesmente porque duas pessoas já conheciam o itinerário. Resultado: cara fechada e isolamento das duas em relação ao resto do pessoal.


Quando eu falei em passeio completo, significa dizer que no meio do caminho há paradas para fotos, e banhos de mar em outros lugares que antecedem o destino final, que era a Pipa. Primeiro paramos num mirante formado por falésias (foto ao lado), de onde podíamos avistar a praia da Pipa e a baía dos golfinhos. Depois, descemos por uma trilha (foto abaixo) na mata até a Parada do Jegue, uma praia selvagem, ainda bem rústica onde fomos 'assaltados' pela dona da barraca que vendia uma caipirinha a R$5,50, além de não ser necessariamente educada com os visitantes. Infelizmente, isso existe em todo lugar.

Fomos embora dessa praia sem conseguir avistar nenhum golfinho e sem pagar os 10% pelo (péssimo) atendimento da barraqueira. Seguimos viagem até chegarmos à Pipa. As mineiras já estavam "em cólicas" nessa hora, e quando a van finalmente parou no estacionamento as duas já haviam desaparecido num piscar de olhos. Pelo menos tiveram a consideração de avisar ao motorista que não voltariam naquele dia, para que não ficássemos esperando por elas à toa.


Chegamos lá por volta de 12:30h, e fomos direto ao restaurante Lampião, indicado pelo guia. Comida boa, não muito barata, mas faz parte. Depois do almoço, finalmente, seguimos em direção a tal famosa praia. Passamos pelo vilarejo,com suas ruas estreitas calçadas de paralelepípedos, que contém inúmeras lojinhas de bugingangas, pousadas diversas, restaurantes, bares e gente, muita gente. Para lá e para cá. Realmente o lugar é um point de compras, sexo e drogas, como bem nos advertiu o motorista e guia de viagem.

Entramos pela lateral de um restaurante, que tinha uma escada que dava acesso à praia e descemos. O que vimos lá embaixo foi uma praia normal, de mar aberto, com várias mesas e cadeiras na areia, muita gente, cerveja e crianças a brincar. Vejam a foto do começo do post. Nada muito diferente de uma praia badalada da Bahia, seja em Salvador, Praia do Forte ou Itacaré. Mas valeu fazer amizade com o casal capixaba e o rondoniano. Com eles trocamos informações a respeito desses lugares; foi uma troca cultural muito interessante, e eles também eram muito simpáticos.

Às 15:30h estávamos de volta ao estacionamento das vans e nos pusemos a esperar o restante do pessoal. As mineiras já haviam avisado que não retornariam, de forma que só faltava a dupla de amigas baianas aparecerem, o que não aconteceu. Aguardamos 1 hora, quando o guia disse que não poderia prejudicar a todos por conta da irresponsabilidade de alguns, e partimos sem elas. Na volta, mais uma parada num mirante, uma foto com a galera toda e seguimos viagem rumo ao hotel.


À noite, já em Natal, resolvemos sair para jantar. Eu estava louca para comer uma lasanha num dos muitos restaurantes de culinária italiana presentes em Ponta Negra, mas, para nossa surpresa, estavam todos fechados naquele domingo. Que estranho, não? Imaginamos que fosse por conta do carnaval, mas encontramos o Camarões - restaurante de frutos do mar, claro - aberto, e lá mesmo jantamos.

Uma vez no quarto do hotel, nos preparamos para dormir, porque no dia seguinte, estava agendado o longo passeio para Galinhos, que contarei no próximo post.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Sol, mar e lua (de mel) - Parte 3


Após dois dias de passeios maravilhosos e cansativos, resolvemos optar por fazer algo mais "light" no sábado, e marcamos um city tour pela cidade de Natal mesmo. Ficamos surpresos, no entanto, quando a atendente da empresa disse que não poderia ser feito o city tour porque no sábado estaria tudo fechado: museus, fortes, etc. Como já eram quase 9h da manhã, não daria tempo de marcar outro passeio, então fomos conhecer as praias de Natal. E de ônibus, para ver mais a cidade. O recepcionista nos indicou a melhor linha (056 - De Ponta Negra até as praias, pela Via Costeira), e assim fomos.


O percurso do transporte coletivo não passa exatamente próximo à praia que gostariamos de ficar, a Praia do Meio. Ele pára um pouco distante, de forma que precisamos andar algumas centenas de metros até ela. Passamos pela Ponta do Morcego, pela Praia dos Artistas (foto acima), Praia do Meio, e resolvemos andar mais um pouco até a Praia do Forte, onde tiramos fotos com uma estátua de Iemanjá, e por lá mesmo ficamos.

Por volta do meio-dia, pegamos um táxi para o hotel e ficamos na piscina até 1h da tarde, quando a fome apertou. Tomamos um banho, nos vestimos e fomos almoçar no restaurante Farofa d'Água, que possui translado gratuito para o hotel, além de a comida ser maravilhosa. Comemos uma picanha argentina na chapa com pirão de queijo que estava tuuuuuuuuuuuuuudo de bom! hummmmmm..


Bem, depois de devidamente almoçados e descansados, fomos no começo da noite passear na agitada orla de Ponta Negra (foto ao lado), lanchamos e voltamos para o hotel, já que, no domingo, faríamos um passeio até a famosa praia da Pipa, que contarei no próximo post.

Sol, mar e lua (de mel) - Parte 2

Depois do passeio de buggy pelo litoral norte na quinta-feira, agendamos no hotel um passeio para João Pessoa, visto que o mesmo só tinha saídas às sextas-feiras. Acordamos cedinho e saímos às 07:10h, num microônibus com outros turistas, rumo à capital paraibana.

Nessa viagem, o guia, muito divertido por sinal, começou fazendo as apresentações. Deixa eu falar um pouco dos nossos colegas de passeio: tinha um casal carioca, um casal brasiliense - que também estava em lua-de-mel, um pai e filho fluminenses, uma mãe e filha curitibanas, uma família (pai, mãe, uma menina e um menino) goiana, duas amigas cearenses, e mais alguns brasilienses que não lembro agora. Como tínhamos acabado de fazer um passeio de buggy com um simpático casal maranhense (na verdade, eles apenas moram no Maranhão, mas ele é recifense e ela, paraense), notamos uma crucial diferença em relação aos turistas presentes nesse segundo passeio. As pessoas eram mais fechadas, não se enturmaram durante toda a viagem, permanecendo isoladamente agrupadas com os seus. Para piorar, fizeram piadinhas de péssimo gosto quando eu e Alexandre nos apresentamos, pelo simples motivo de sermos baianos. Confesso que, a partir desse momento, nem eu fazia mais questão alguma de me enturmar com aquele tipo de gente preconceituosa.


Bom, deixemos isso de lado e vamos falar do que interessa: João Pessoa. Logo na chegada, começamos a passar pelo centro histórico da cidade e já notamos bastantes semelhanças com Salvador: ruas estreitas, casarões de arquitetura barroca e gótica, comércio agitado e muitas igrejas. Visitamos um museu no antigo hotel O Globo, paramos para tirar fotos na praça dos três poderes, conhecemos a história do nome da cidade e depois fomos almoçar numa barraca de praia, no bairro do Cabo Branco.


O mar em João Pessoa merece um destaque especial pois, como lá praticamente não tem vento, as águas são muito tranquilas, parecendo uma grande piscina de àgua salgada. Entretanto o vento lá faz muita falta, o calor chega a ser terrível em alguns lugares da cidade.

Após o almoço na praia, seguimos em direção à feira de artesanato local, onde comprei uma linda camiseta rosa e um caminho de mesa bordado, além de tirarmos fotos de Lampião e Maria Bonita. Ficamos cerca de 1 hora lá, e fomos em direção ao rio Jacaré, onde ocorre o grande espetáculo do pôr-do-sol ao som de Boleros de Ravel, tocados ao vivo por um saxofonista e uma violinista às margens do rio. É realmente romântico, tanto o show da natureza quanto dos músicos, principalmente para quem vai em lua de mel, como foi o nosso caso.



Depois desse momento extasiante, saímos em direção ao ônibus para voltarmos ao hotel, em Natal.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Sol, mar e lua (de mel) - Parte 1


O Blog passou um tempo abandonado mas foi por uma boa, para não dizer ótima, causa. Casei no dia 29 de Janeiro e depois viajamos para Natal (RN) para curtirmos a lua de mel na terra do astro-rei escaldante. Aliás, sol é o que não falta lá, são cerca de 300 dias por ano sem chuva e com muito calor. Não é à toa que a cidade é conhecida como a Noiva do Sol, embora no primeiro dia (na quarta-feira) a gente tenha sido "premiado" com uma chuvazinha, que até serviu para que descansássemos do vôo da madrugada.

Na quinta-feira optamos por fazer um passeio de bugre (ou buggy, como são conhecidos por lá) rumo ao litoral norte potiguar com a Marazul,
empresa que faz o receptivo e é conveniada ao hotel Alimar, onde ficamos hospedados.

O passeio começa já no buggy mesmo. O bugueiro (como é chamado o motorista desse tipo de veículo) foi buscar a gente e um outro simpático casal no hotel e cortou a cidade em direção às praias e dunas do norte do estado. A primeira parada para fotos foi nas dunas de Genipabu, onde avistamos a bela praia e fizemos um insólito passeio de 15 minutos em cima de um dromedário. Esse bicho é um tanto esquisito e fedido, mas o passeio vale a diversão: lá eles nos vestiram túnicas de árabes, e tiramos fotos simulando sheik e sheerazade no deserto. Muito legal.

Muitas dunas depois, chegamos em Pitangui, tiramos fotos com outros bichinhos lindos (um sagüi e uma iguana) e paramos para tomar um banho de lagoa. Desnecessário dizer que o sol estava já derretendo os miolos e o banho de água doce foi muito bem vindo. Depois dessa parada rápida, seguimos em direção à lagoa de Jacumã, onde é possível fazer um famoso esporte radical na região: o aerobunda, em que o turista despenca duna abaixo por um cabo até chegar nas águas azuis da lagoa. Não tivemos coragem de descer e ficamos olhando os corajosos se divertirem. Para terminar o passeio, seguimos até à praia de Muriú, onde almoçamos um delicioso ensopado de camarão e voltamos exaustos e felizes para o hotel.

No dia seguinte, outro passeio que contarei no próximo post. Até!