Eu adoro animais de estimação, sempre gostei. Quando morava no interior nós já criamos cachorro, gato, cágado, coelhos e um sagüi. Era cada um mais fofo que o outro e nós os enchíamos de carinho e comida (ninguém vive só de amor, né?).
Pois bem, há quase quatro anos eu vim morar em Salvador, em um apartamento de 50m2 e morro de vontade de criar um animalzinho. Aqui na cidade tem alguns centros de adoção e Geovana já me mostrou uns blogs sobre o assunto. O problema é que, como eu e o maridão trabalhamos o dia inteiro, fico com receio de deixar o bichinho só. Já ouvi histórias de gente que saiu para trabalhar e quando voltou, encontrou todas as roupas rasgadas pelo cachorro, ou o sofá todo unhado do gato e eu não quero correr esse risco, hehehe. Parece que eles se sentem rejeitados, ficam deprimidos e fazem tais coisas para chamar a atenção, mas não sei ao certo. Se alguém souber e quiser me explicar, eu ficaria muito grata, afinal cultura nunca é demais...rsrs.
Daí que navegando pela Globo.com, eu me deparo com a notícia de que "Pit bulls adultos ‘encalham’ em centros de adoção". Putz! E quem tem coragem de adotar um Pit Bull? Eu moooooorrro de medo dessa raça, Deus me livre encontrar um deles no caminho, eu até atravesso a rua sem nem olhar muito pra ele não invocar com a minha cara, hahahaha. O engraçado é que ao mesmo tempo que na matéria eles tentam desmistificar essa imagem do cachorro, no final da mesma eles dizem que o processo de adoção de Pit Bull "não é tão simples quanto adotar um vira-lata, por exemplo. Segundo o CCZ, quem quiser levar para casa esse tipo de cachorro passará por uma entrevista minuciosa em que o perfil do dono será avaliado, assim como a infra-estrutura que será oferecida ao animal. "
Ah tá, se ele é tão dócil e meigo porque precisa desses cuidados todos para adotá-lo mesmo, hein? Olhando bem pra esse aí da foto, quem pode acreditar que é bonzinho?
Pode até ser, mas longe de mim!
Senti
Há 3 semanas