
Todo brasileiro deveria conhecer o que diz a Constituição Federal do Brasil. Além de absoluta, essa verdade é simplesmente inconstestável. É nela que se baseiam todas as leis do país e é nela que constam todos os direitos e deveres dos cidadãos brasileiros.
Tudo isso poderia ser motivo de inacessibilidade mas, por incrível que pareça, o livrinho da Carta Magna, Lei Máxima ou Lei Maior, como é conhecida, pode ser adquirido pela inacreditável bagatela de R$ 5,00, através da Livraria do Senado que você pode acessar clicando aqui. E o que é melhor: esse valor já inclui o frete e você espera no conforto do seu sacro santo lar.
Melhor que isso, só dois disso.
Humpf
Há 3 semanas
Parece simples, a constituição está aí por R$5,00, mas tem alguns poréns:
ResponderExcluir1. Quantos brasileiros tem acesso a compra pela net?
2. Quantos brasileiros conseguiriam interpretar uma constiuição sem ajuda de um professor?
3. Como fazer a informação chegar aos brasileiros?
Para que esse bem seja de todos é preciso inseri-lo na educação pública. Vejo a combrança dos principais artigos nos concurso uma forma de começar a incorporá-la ao nosso mundo, mas precisamos fazer nossa parte: Cobrar, incentivar e ensinar.
Muito pertinentes suas observações mas, vejamos:
ResponderExcluir1. Quem tem acesso ao meu blog (a ponto de ter visto minha dica em forma de post) tem acesso à internet e, consequentemente, às compras online. E pode espalhar a dica por aí;
2. Realmente, é preciso um pouco mais do que o ensino básico fundamental para entender as alíneas dos artigos. Nesse ponto eu concordo com você;
3. Também acho que essa matéria deveria continuar a existir no ensino público. Digo continuar porque, na minha época, existia uma disciplina chamada Educação Moral e Cívica (EMC), que falava justamente dos artigos mais importantes da Constituição Federal, de forma clara, objetiva e didática.
E a cobrança de Direito Constitucional nos concursos já ajuda um pouco, na medida em que dissemina a idéia de que "preciso estudar isso se quiser ingressar num cargo público".