quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Eu não pago os 10%

Daí que ontem saímos eu, Alexandre, Geovana, Fabricio, Sylvana e Flávio para comemorar o niver de Alê num barzinho chamado Caminho de Casa. É um lugar aconchegante, não tem musica ao vivo e favorece um encontro como o nosso, perfeito para papear, dar risada e tirar fotinhos. Aliás,quero aquelas fotos, viu amiga?

Porém (tudo na vida tem um porém) o atendimento é péssimo.

Primeiro chegamos e ficamos infinitos minutos em pé esperando o minimo de atenção de algum dos vários garçons que passavam de um lado pro outro, porque queriamos juntar duas mesas.

Depois sofremos mais um pouco para fazer os pedidos, por que eles simplesmente não olhavam para nós. A gente tinha que praticamente pular no pescoço de um deles para mostrar que queriamos pedir alguma coisa."Helloooo, nós estamos aqui pagando e queremos ser atendidos" - Juro que tive vontade de dizer isso. Que absurdo!

No final,depois de pedirmos a conta - que, estranhamente não demorou (!) - solicitamos as máquinas de cartão de crédito 2 vezes.Sim, porque o primeiro garçon deve ter esquecido e, dez minutos depois, pedimos para um outro que finalmente as trouxe.

Aqui em Salvador cobra-se 10% opcionalmente dos clientes de bares e restaurantes, como gorjeta pelo atendimento prestado. Aqui em Salvador, em geral, o atendimento é sofrível. Esse que nós fomos ontem infelizmente não é exceção. Tem vários até piores. O que eu não consigo entender é por que isso acontece. Eles querem prestar um serviço e nós estamos dispostos a pagar, certo? Então por que não atender bem?

Por isso eu sempre faço questão de não pagar. Alguns podem chamar isso de pão-durismo (isso existe?), mas eu chamo de justiça.

4 comentários:

  1. Rosinha concordo em número gênero e grau, Não aos 10%!

    ahhhh, as fotos já estão lá no blog viu.

    bj

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  2. Não e pãodurice não, é saber exatamente o que você quer. E você quer ser bem atendida, ponto.
    Até agora só tive bons atendimento em todos os lugares que fui aqui (EUA), os piores foram de brasileiros (pode?).
    Eles são muito rápidos em te fazer sentar - cliente sentado é cliente consumindo.
    Uma pessoa te leva até a mesa e imediatamente vem o garçom que vai te atender. Ele se apresenta assim: "Oi eu sou o John e serei seu garçom esta noite, o que você precisar é só me chamar. Temos estas e estas indicações especiais (entradinhas, ou sopas ou saladas o que for), aqui está o cardápio, vou trazer algo para você "beliscar", fique à vontade e aproveite a noite.
    Isto eu adoro, pode ser um decoreba que todos aprendem, mas dependendo do carismo do garcon/nete tudo fica diferente. Também atendem muito bem as crianças, já que quase 100% dos restaurantes tem um menu especial para elas, lápis de cera e um livrinho especial para desenhar.
    Caso você precise do seu garçom e ele não esteja disponível qualquer outro pode atender mas quem traz o seu pedido é o seu ou então o supervisor de salão.
    É muito difícil não darmos a gorjeta por tudo isso que eu expliquei. Quando alguma coisa sai errado não existe discussão, ou não cobram a conta ou trocam tudo imediatamente.
    É comércio, o cliente tem sempre razão, cliente bom é aquele que deixa gorjeta e garçom bom é aquele que faz por onde consegui-la.
    Continue agindo assim, da próxima vez que você for ao restaurante (no caso de voltar lá) eles vão tentar melhorar o seu atendimento, e se você ainda tiver forças, reclame com a gerência.
    Beijocas

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  3. Rosinha, acho essa história de 10% incluido na conta enganação de donos de restaurante, mas confesso que só não pago quando o atendimento é péssimo. Vou criar o costume de não pagar e reservar um dinheiro para dar diretamente ao garçon quando merecer, é claro.

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  4. Ai, super não é pão durismo! É corretissímo, pq aí eles vão começar a se tocar e melhorar o atendimento!

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