E esse sonho é tornar o mundo melhor.
E já sei até como, veja só:
Chamar a Britney Spears, Rihanna, Beyoncé, Lady Gaga, Mariah Carey, Wanessa Camargo e todas essas pseudo-cantoras rebolantes e mantê-las trancafiadas numa escola de música, com aulas 24 horas por dia, sem descanso, até que todas elas se matem ou aprendam a cantar de verdade.
Depois disso, eu ganharia o prêmio Nobel da Paz.
:)
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Eu tenho um sonho!
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Rosangela
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Temas: opinião
domingo, 1 de novembro de 2009
Eu e minhas histórias - II
Para quem não leu a primeira história e quiser ler, clique aqui.
Essa agora não é engraçada, é um pouco triste mas como me lembro dela de vez em quando eu resolvi colocá-la aqui. Afinal a vida não é feita só de histórias alegres, né? Pois então. Vamo lá:
Era 2005, ano em que vim morar aqui em Salvador. Era nova na cidade e no prédio. Conhecia pouca gente e ainda estava solteira.
Data: 07 de Setembro. Quarta-Feira. Como era um feriado nacional, estava em casa tomando meu banho, por volta das 09:30h, quando ouço a campainha tocar.
-Putz, que hora para alguém fazer visita! E por que será que o porteiro não avisou nada? Ai meu Deus, quem será?
Fiquei nessa preocupação enquanto me enxugava rapidamente e fui até o olho mágico ver quem era.
Pausa aqui para um fato incidental:
Dois dias antes, quando estava no elevador descendo para ir ao trabalho, entra uma vizinha, moradora do 4º andar e elogia bastante o meu perfume. Eu sorri, agradeci e ela me perguntou se eu era nova lá, que nunca te me visto antes e me convidou para ir lá em seu apartamento "qualquer dia desses" para eu ver umas bijouterias que ela vendia ou fazia, sei lá. Eu nunca fui.
Fim da pausa.
Eis que diante da minha porta estava ela, a vizinha do 4º andar.
Fiquei um pouco surpresa, me perguntando se eu havia dito a ela onde eu morava, mas abri a porta assim mesmo. Se pudesse voltar atrás, eu fingiria que não tinha ninguém em casa.
Não lembro exatamente as palavras do diálogo, mas sei que ela parecia muito nervosa e envergonhada, dizendo que o filho pequeno dela estava muito doente, que ela era separada, que estava sozinha com ele e não sabia o que fazer, estava sem dinheiro pro táxi e... me pediu emprestado.
Quem me conhece sabe que não sou muito mão aberta. Já falei nesse mesmo blog a quantidade de vezes que saí pra comprar e não comprei nada, simplesmente por pensar bastante antes de gastar com algo que não tenho certeza que vale o que custa e que eu realmente preciso.
Porém eu tenho certa tendência de querer ajudar as pessoas. E, graças a Deus, dinheiro nunca me faltou, nem mesmo naquela época, morando sozinha, pagando aluguel e condominio e tal e coisa.
O fato é que eu acabei emprestando o dinheiro para a mulher.
Era vizinha, eu sabia onde morava mesmo... enfim. Ela saiu sorridente, muito agradecida, jurando de pé junto que devolveria tudo em breve.
Bom, pra encurtar a história, no mesmo dia eu descobri através do porteiro que ela era uma safada caloteira, que devia dinheiro pra Deus e o diabo, que não pagava o condomínio, que tinha fila de cobradores na porta dela, que gostava de fazer um barraco, que se confiava em um parente que parece que é advogado, não se sabe se é verdade, e no final das contas ela nunca me devolveu o que devia.
Depois que casei e até hoje eu moro no 5º andar, bem EM CIMA do apartamento dela. Ouço os gritos dela com o filho (tenho pena dele), ouço ela xingar todo mundo no telefone, praguejar a vida e vejo o quanto ela é infeliz, de mal com o mundo. Quando ela passa por mim, baixa a cabeça para não me encarar. Não diz nem um 'oi'.
O dinheiro? Deixei pra lá. Não está me fazendo falta nenhuma. Pelo contrário, acho que está faltando é pra ela. O condomínio quem está pagando é o filho que mora em Sampa. Fez acordo com o síndico.
Para mim ficou uma lição: aprendi a ser mais desconfiada e menos generosa com as pessoas, graças a ela.
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Rosangela
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18:54
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Temas: Comportamento, Cotidiano
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
SE EU NÃO AJUDAR, NADA VAI MELHORAR
Eu me considero uma pessoa otimista.
Não no sentido Poliana de ser, para quem tudo está bom e nunca reclama de nada. Não é isso.
Estou falando de ser otimista sem deixar de ser realista.
Não entendeu? Nem eu.
Vou começar do começo:
Lá no trabalho existem alguns problemas e tenho notado vários colegas insatisfeitos por conta desses problemas. Daí eles ficam sempre reclamando, não sem razão, das dificuldades enfrentadas.
Eu também acho que ainda tem muito caminho pra se percorrer até que a empresa faça parte da lista das "100 melhores empresas para se trabalhar" da Revista Exame.
Por outro lado, eu tenho pouca experiência profissional, estou trabalhando no meu primeiro emprego e por isso não tenho conhecimento suficiente a respeito da realidade das outras empresas lá fora, mas acredito que nós não sejamos os únicos a passar por problemas no trabalho. Todo mundo tem problemas e em todo lugar eles vão existir (até fá falei um pouco disso nesse post), em maior ou em menor grau. Se eu fizesse uma enquete no blog, sou capaz de apostar que 90% das respostas vão apontar para um problema ou outro no trabalho. É normal.
E aí, o que eu quero dizer com isso? Que se conforme e pronto? Não, não é isso.
O que quero dizer, que é o que eu penso, é que ninguém é obrigado a ficar num lugar que não gosta. Isso faz mal para a própria pessoa, acordar todos os dias e se lamentar pelo fato de estar trabalhando num lugar tão ruim, tão cheio de problemas. Por que não procurar outro trabalho então? Mude.
Ah, não tem perspectiva de mudar de emprego tão cedo?
Precisa desse mesmo? Tudo bem, eu entendo.
Então o que VOCÊ está fazendo para tornar o seu emprego um pouco melhor?
Reclamar a todo momento com os colegas, com o chefe, criticar as regras impostas (e que muitas vezes são necessárias para manter a organização) e fazer "corpo mole", trabalhando devagar, além de não resolver nada ainda piora a qualidade do ambiente de trabalho. Eu tenho notado muito isso lá e fico triste. É chato, é negativo.
Como eu disse, não estou plenamente satisfeita com as coisas lá, mas não vivo reclamando delas por aí. Eu até me queixo um pouco com alguns amigos próximos, já conversei com meu chefe e expus a minha opinião sobre as coisas que considero erradas lá, mas não deixo de fazer meu trabalho da melhor forma que posso. Tão rápido quanto eu posso. Sabe por quê? Eu aprendi a gostar do que eu faço e tenho consciência que um trabalho bem feito vai ser benéfico não só para a empresa, mas principalmente para mim, que vou poder me orgulhar dele depois. Eu sei que trabalhando direitinho não é garantia de que as coisas vão melhorar, entretanto não fazer o trabalho bem feito é certeza de que tudo vai piorar.
Foi nesse sentido que comecei esse post falando de ser otimista, trabalhar positivamente sem deixar de ser realista. É reclamar das coisas ruins de vez em quando, sem deixar de fazer sua parte sempre, para que as coisas um dia melhorem.
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Rosangela
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10:37
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Temas: Comportamento, opinião
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Um segundo de inspiração
" Não importa quanto alguém se dedique à tarefa. Ninguém consegue fazer a água da cascata cair para cima."
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Rosangela
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08:39
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terça-feira, 20 de outubro de 2009
Sou de lugar nenhum
Eu tava lendo um post do ótimo Divagando Bem Devagar em que a Fernanda fazia uma declaração, uma ode à cidade de São Paulo. Achei lindo alguém demonstrar tamanho afeto por um lugar, a ponto de amar o que a maioria de nós odiaria - e o trânsito é só um exemplo.
Claro que não foi a primeira vez que li ou ouvi algo desse tipo. Em todo lugar há pessoas falando que amam sua cidade ou país. Já vi várias pessoas dizerem que amam Salvador ou Rio de Janeiro, por exemplo. Mas esse post foi o mais recente e então eu parei e me dei conta de que não amo cidade alguma, nem a que nasci nem a que eu vivo hoje. O mais próximo que cheguei foi gostar de uma cidade que visitei a ponto de querer morar lá um dia, se surgir oportunidade.
Já visitei São Paulo mas não gostei, achei feia e caótica demais pra mim, mas mesmo assim poderia morar lá se uma oferta de emprego milionário surgisse, rsrs .
Gostei de Maceió, Natal e João Pessoa, mas achei muito quentes, mais até do que Salvador (e eu detesto calor excessivo). Gostei de Aracaju, Curitiba e Brasília. Acho que moraria nessas cidades sem problemas.
Achei o Rio de Janeiro lindo, mas também não tenho vontade de morar lá.
Também não morro de amores por Salvador: gosto de muita coisa aqui mas a cidade é cheia de problemas e eu não consigo gostar deles do mesmo jeito.
Enfim, eu não pertenço a nenhum lugar, e nenhum lugar me pertence. Assim como estou aqui hoje eu poderia estar em qualquer outro canto. Não vejo problema (sentimental) algum em sair daqui e viver em outra cidade, estado ou país, desde que tenha dinheiro.
Assim como saí da minha cidade natal, cinco anos atrás, sem traumas e sem culpa.
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Rosangela
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19:56
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Temas: opinião
domingo, 18 de outubro de 2009
Eu e minhas histórias
De vez em quando, meio que sem motivo, eu paro e fico lembrando de histórias que me aconteceram, umas mais engraçadas, outras mais tristes, outras malucas... Essas coisas que ficam na memória da gente e basta um estímulo ou outro para aparecerem. À medida que eu for lembrando vou colocando aqui, é mais uma forma de registrar :)
Nesse fim de semana fomos a Alagoinhas ver os meus pais. Daí, hoje quando estávamos viajando de volta a Salvador, comecei a me lembrar de uma vez em que fiz essa mesma viagem de ônibus, numa empresa diferente da que eu costumava usar. Nesse dia eu estava sozinha, não lembro bem por que Alexandre não foi comigo (talvez tenha sido dia das mães ou dos pais - geralmente eu viajo sozinha nessas épocas).
Bem, o fato é que eu sentei na poltrona da janela e ao meu lado sentou um rapaz, dos seus 18 anos, no máximo. Até aí tudo bem. Mas quando o ônibus saiu da rodoviária, essa criatura começou a ficar estranha. Ele olhava ansioso pela janela, de um lado e de outro, se esticava para frente olhando a estrada e volta e meia pegava o celular. Minhas antenas ligaram e eu comecei a sentir um medinho:
"Será que esse rapaz vai assaltar o ônibus no caminho? Tá esperando o comparsa ligar?" - Eu pensava e me batia um desespero...
Teve uma hora em que ele pegou o celular e começou a digitar uma mensagem. Nessa hora eu espichei meu olho o máximo que pude pra tentar ler o diacho do texto mas sem meus óculos eu não sou ninguém!
"Puta merda, e agora? Que eu vou fazer?" - já tinha uma meia hora de viagem e eu já suava frio nessa hora, e o cara cada vez mais inquieto na cadeira dele parecia tão nervoso quanto eu...
Foi aí que, disfarçadamente, eu puxei uma nota de 20 reais da minha bolsa e enfiei dentro do sutiã. Se acontecesse o pior, pelo menos eu não estaria com uma mão na frente e outra atrás.
Alguém na estrada levanta a mão para o ônibus e o motorista encosta. Gelei.
Sobe um vendedor de água e outro de salgadinhos. O rapaz inquieto pede uma água. "Deve ser a senha" - eu pensei.
O vendedor passa adiante, vende mais algumas garrafinhas e desce, o outro também, outros passageiros sobem no buzu. O motorista recomeça a viagem.
"Ainda não foi dessa vez..." - continuo naquela apreensão louca.
"E se o assalto for acontecer depois de Alagoinhas? Essa linha de ônibus vai até Sergipe, pode ser que o esquema dele seja mais adiante..."
Estava tentando me acalmar com esses pensamentos quando caí de cabeça na realidade.
Simplesmente depois de tomar a água o rapaz se aquietou, reclinou sua poltrona e calmamente co-chi-lou! A pobre criatura estava só com sede!
Em um minuto eu me dei conta do quanto eu estava sendo ridícula e medrosa.
"Acho que estou assistindo muito seriado americano, só pode!"
O nervoso passou e eu comecei a dar risada sozinha de mim mesma. Eu ria, ria tanto que o rapaz deve ter pensado que eu era maluca.
Se ele soubesse as maluquices que eu tinha pensado meia hora atrás...
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19:38
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Temas: Comportamento, Cotidiano
terça-feira, 13 de outubro de 2009
CIDADE MARAVILHOSA!
People, como foram de feriadão?
O meu foi suuuuper especial: visitamos o Rio de Janeiro pela primeira vez. Eu morria de vontade de conhecer, saber se era tão bonito quanto mostram na novela e tal...
Daí que eu fiquei maravilhada com o que vi:
Praia, montanha, floresta, Maracanã... Tudo muito lindo mas ainda assim, o principal motivo que me fez querer ir pra lá foi (como não podia deixar de ser, em se tratando da minha pessoa)...voar de asa delta!
Eu não aguentava mais de ansiedade, cheguei a ficar deprimida quando chegamos lá no sábado e estava chovendo.
Mas no final deu tudo certo! O tempo colaborou, o sol se abriu, os ventos se acalmaram e...


Consegui realizar o Sonho de Ícaro!
Uma sensação tão boa, tão espetacular, tão fantástica que é impossível descrever com palavras, só mesmo estando lá para ver.
Essa sem dúvida é a melhor lembrança que vou ter do Rio.
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Rosangela
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20:45
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Temas: Viagem
sábado, 19 de setembro de 2009
Novidade
Daí que eu comprei um violão, né? Violão não, violãozinho. Porque sou pequena e tenho dedos pequenos.
Ele é pretinho. Pretinho básico. Lindo!
E estou super empolgada para aprender, marido tá ensinando direitinho, com toooooda a paciência que nem eu teria comigo, hehehe.
E ele ainda tirou uma fotinha da minha aula:
Sacou o aparelhinho afinador e o papel com a lição?
A empolgação é tanta que eu fico no trabalho esperando dar a hora de voltar pra casa SÓ pra poder treinar mais um pouquinho.
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Rosangela
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17:46
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Temas: Cotidiano
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Já aconteceu com você?
Celular toca. Número desconhecido. Atendo:
- Alô??
- Alô, quem está falando? - pergunta alguém do outro lado da linha.
- Quer falar com quem? - Pergunto eu.
- Com Marcos!
- Você ligou errado. Bom dia.
- Quem está falando? - a criatura insiste.
- Senhor, se eu já disse que o senhor ligou para o número errado para que interessa saber quem eu sou?
Câmbio e desligo.
É cada uma, viu?
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Rosangela
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09:05
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Temas: Cotidiano
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Às vezes NECESSITO ficar só
Quem frequenta o orkut talvez já tenha se deparado com uma comunidade cujo nome entitula este post. Eu, que tenho meus momentos de introspecção, não poderia deixar de participar dessa comunidade.
Não é questão de não gostar da companhia das pessoas, ou ser antissocial, nada disso. Eu adoro estar com amigos, de sair, de bater papo, de dar risada. Gosto de receber visitas também. Esse final de semana recebi meus familiares aqui em casa e foi muito legal matar as saudades deles depois de tanto tempo sem nos vermos. Saímos, jantamos fora, almoçamos aqui em casa, conversamos, rimos.
Mas passados alguns dias da euforia inicial, chega uma hora que meu lado introspectivo fala mais alto, aí eu me fecho em concha, fico com uma vontade de ficar quietinha na minha casa com os meus pensamentos, minhas músicas, meus livros, meu computador e meus próprios horários para comer, dormir, sair, sem me preocupar com ninguém a não ser eu mesma. Me senti aliviada quando finalmente voltei a ter meu cantinho só para mim. Foi para isso que lutei quando saí de casa e vim morar sozinha há quase cinco anos. E eu gosto mesmo de ficar sozinha de vez em quando. Egoísmo? Pode ser, eu não sou perfeita mesmo.
E quanto ao marido? Ele me entende, me conheceu assim e sabe. Ele sabe que eu o amo porque ele me completa e que, mesmo em silêncio, sentir sua presença me traz segurança e conforto.
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Rosangela
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19:44
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Temas: Cotidiano



